sábado, 15 de setembro de 2012
“Os humanos precisam de várias coisas pra se sentirem vivos. Família…Amor…Sexo. Mas só
precisamos de uma coisa…Para realmente nos sentirmos vivos. Precisamos de um coração
batendo. Quando nossos corações são ameaçados… Respondemos em uma maneira de duas.
Nós fugimos ou…Atacamos. Há um termo científico para isso: luta...ou fuga. É instinto…
Não podemos controlar. Ou podemos?”
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
“Ser derrotado não é uma opção, não para cirurgiões. Nós não deixamos a mesa até que o último suspiro tenha ido. “Terminais” são desafios. “Risco de vida” é o que nos tira da cama de manhã. Nós não somos intimidados fácil, nós não fugimos, nós não recuamos e nós certamente não nos rendemos… Não no trabalho de qualquer forma. [...] Para fazer os nossos trabalhos nós temos que acreditar que ser derrotados não é uma opção, que não importa quão doentes nossos pacientes estão. Há esperança para eles. Mas mesmo quando nossas esperanças não viram realidade e nós finalmente temos que nos render a verdade, só significa que perdemos a batalha de hoje, não a guerra de amanhã. Eis a questão sobre se entregar: Quando você se entrega, realmente se rende, você se esquece porque resistiu em algum momento.”
“Você nunca sabe qual dia será o mais importante da sua vida. Os dias que você pensa que serão os mais importantes nunca são tão importantes quanto você os imagina. São os dias normais… os que começam normalmente… Aqueles que acabam se tornando os mais importantes. Você não reconhece o dia mais importante da sua vida. Não até que você esteja bem no meio dele. O dia em que você se compromete com algo ou alguém… O dia em que partem seu coração… O dia em que você conhece sua alma gêmea… O dia em que você percebe que não há tempo suficiente porque você quer viver para sempre… Esses são os dias mais importantes… Os dias perfeitos.”
domingo, 9 de setembro de 2012
Eu sempre disse que seria mais feliz sozinha. Teria meu
trabalho. Meus amigos. Mas ter mais alguém na sua vida o
tempo todo? São mais problemas que o necessário. Ao que
parece, estou nesta situação.
[...]
Há um motivo para dizer que eu seria mais feliz sozinha.
Não foi porque eu pensei que seria mais feliz sozinha. Foi
porque eu pensei que se eu amasse alguém, e depois
acabasse, talvez eu não conseguisse sobreviver. É mais fácil
ficar sozinho. Porque, e se você descobrir que precisa de
amor e depois você não tem? E se você gostar e depender
dele? E se você modelar a sua vida em torno dele e então…
ele acaba? Você consegue sobreviver a essa dor? Perder um
amor é como perder um órgão. É como morrer. A única
diferença é que a morte termina. Isso? Pode continuar para
sempre.”
“Médicos mentem o tempo todo. Damos respostas vagas às perguntas difíceis. Não falamos sobre dor pós-operatória. Dizemos: “Você sentirá algum desconforto”. Se você não morreu, dizemos que a cirurgia foi bem. Mas o placebo tem que ser a maior mentira do médico. Para metade dos pacientes, dizemos a verdade. Quanto à outra metade… Oramos para que o efeito placebo seja verdadeiro. E nos dizemos que eles ficarão melhores de qualquer forma. Acreditando em ajuda posterior. Quando na verdade… Estamos deixando-os morrer. [...] Médicos mentem todos os dias. Para seus pacientes, para suas famílias. Mas a pior mentira contamos para nós mesmos. Por isso, algumas vezes, demoramos para perceber… Que a verdade estava na nossa frente o tempo todo.”
sábado, 8 de setembro de 2012
"O que é pior, novas feridas que são horrivelmente dolorosas ou velhas feridas que deviam ter sarado anos atrás mas nunca o fizeram? Talvez velhas feridas nos ensinem algo. Elas nos lembram onde estivemos e o que superamos. Nos ensinam lições sobre o que evitar no futuro. É como gostamos de pensar. Mas não é o que acontece, é? Algumas coisas nós apenas temos que aprender de novo, e de novo, e de novo…
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